Arquitetônico, estrutural, elétrico e hidrossanitário, do estudo do terreno ao conjunto de pranchas que a Prefeitura aprova e o construtor executa.
Projeto é onde a obra fica barata. Cada metro resolvido no desenho custa uma fração do que custa resolver depois, com material comprado e equipe no canteiro. É também o que transforma uma intenção em algo aprovável: a Prefeitura não analisa ideias, analisa pranchas.
A distribuição dos ambientes, o aproveitamento do terreno dentro dos parâmetros da zona e o conjunto de desenhos que vai ao processo de aprovação. Serve para construir do zero, ampliar o que existe ou aprovar na Prefeitura.
Dimensionamento da estrutura em concreto armado, das fundações à cobertura, com detalhamento de armaduras e quantitativo de materiais. É o projeto que define se a construção fica em pé e quanto de aço e de concreto a obra vai consumir.
Projeto elétrico e projeto hidrossanitário, dimensionados para a edificação e compatibilizados com o arquitetônico e com a estrutura.
O terreno decide antes do desenho. Recuos, taxa de ocupação, coeficiente de aproveitamento e dimensões mínimas variam conforme a zona em que o lote está, pela lei de parcelamento, uso e ocupação do solo. Verificar esse enquadramento é a primeira etapa de qualquer projeto, e é o que evita desenhar o que não pode ser construído.
Todo projeto sai com anotação de responsabilidade técnica registrada no CREA, emitida por profissional habilitado e qualificado na área. É a ART que vincula o autor ao que foi desenhado, e é ela que a Prefeitura, o banco e o cartório reconhecem.
Ribeirão Preto, Bonfim Paulista e cidades da região. Projetos que dependem de aprovação municipal seguem o rito da prefeitura de cada cidade, informado no orçamento.